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5 Dicas Para Te Ajudar a Migrar do Gráfico Para UX/UI Design

Podcast 4 min read

Será que vale a pena dar esse passo na carreira? Será que é muito complicado migrar para UX/UI Design?

A Aela convidou Felipe Perobeli, Apparicio Júnior e Filipe Marques para conversar sobre o processo de migração do Design Gráfico para UX/UI Design. Confira as dicas importantes que vão te ajudar a fazer essa mudança de carreira.

1) Crie um portfólio para UX/UI Design e utilize o LinkedIn

Atualmente é possível perceber mudanças nos processos de recrutamento na área de Product Design. O que importa mesmo é seu portfólio, muito mais que sua formação (na maioria das vezes, como temos visto por nossas experiências pessoais).

Por isso, mantenha sempre um portfólio atualizado e alinhado com sua pretensão, ou seja, se você deseja migrar para UX, não adianta ter um portfólio somente com projetos de Design Gráfico. É necessário criar algo de muita qualidade e profissional.

Já a melhor plataforma para se integrar e mostrar suas habilidades é o LinkedIn, por ser uma rede social voltada para assuntos profissionais, onde você deve expor seu portfólio, criar um Networking e ficar por dentro de novidades na área de Design.

Dica de Leitura: Portfólio de UX Design - 7 Erros Para Você Não Cometer

2) Busque conhecimentos extras em UX/UI Design

A tecnologia evolui mais rápido do que as grades curriculares das faculdades. Por isso, busque outras fontes de conhecimento e esteja atualizado com tudo que há de novo no mercado de tecnologia, design e outros assuntos diversos.

Outra dica é ler muitos livros sobre interação tecnológica, user experience, psicologia comportamental, bases teóricas que vão te ajudar a se inteirar mais com a área de UX/UI Design.

Algumas indicações:

  1. Simplificando coisas que parecem complicadas, de Steve Krug;
  2. Undercover User Experience Design, de Cennydd Bowles e James Box;
  3. Product Design, de David Pazstor.

Portanto, quem deseja migrar para UX/UI Design precisa se dedicar muito para adquirir conhecimento, estudar, fazer cursos e, principalmente, realizar projetos na prática — tanto para testar seus conhecimentos, quanto para compor e aperfeiçoar seu portfólio.

3) Arrisque mais

Arrisque mais no mercado de trabalho e esteja aberto a oportunidades mesmo que não aparentem ser relevantes ou totalmente voltadas para sua área.

Qualquer oportunidade de se adicionar conhecimento te fará um profissional melhor e te capacitará para se comunicar com outros profissionais.

Dica de Leitura: Como Mandar Bem em um Processo Seletivo para UX Design?

4) Vá além do UX/UI Design!

Participe de eventos, Meetups, atividades extracurriculares na faculdade e cursos que vão além das matérias estudadas. Isso contribui para o autoconhecimento, que é fundamental para o autodesenvolvimento.

Portanto, experimente estudar um pouco sobre diferentes áreas, indo além do UX/UI Design. Dessa forma, fica mais fácil decidir qual caminho seguir, já que a área de UX/UI Design tem diversas possibilidades.

5) Cuidado com as matérias “legais”

Na faculdade, ou cursos, é comum voltar sua atenção e dedicação apenas para matérias “legais”, práticas ou que têm um foco mais estético.

No entanto, as matérias teóricas — como psicologia, sociologia, história da arte, negócio — também contribuem muito para agregar conhecimento e práticas na hora de realizar projetos.

Polêmica: Designers precisam programar?

Um assunto que gera controvérsia na hora da migração é a questão da programação.

Há cargos em que é preciso auxiliar ou “quebrar um galho” na parte do código, mesmo tendo a especialidade em Interface. Porém, há empresas que exigem que você faça um pouco de tudo — logo, design do site, desenho, desenvolvimento — por um salário baixo muitas vezes. Isso pode ser problemático, pois desvaloriza o profissional da área de UX.

É interessante saber identificar essas vagas, mas também pensar que quanto mais conhecimento, melhor para agregar valor ao seu currículo.

Muitas empresas valorizam o conhecimento de programação por saber que esse tipo de profissional terá melhor capacidade de se comunicar e interagir com outras áreas da empresa, como os desenvolvedores; e não que irá efetivamente colocar a mão na massa e programar.

Para se tornar um UX/UI Designer mais qualificado e cada vez mais reconhecido, é importante diferenciar seu currículo da multidão. Empresas estão cada vez mais em busca de profissionais com skills técnicas e comportamentais vastas, além de um repertório cultural expandido. Assim, conhecer programação, business, psicologia, marketing só irá contribuir para suas experiências e reconhecimento.

Futuro do UX/UI Design

A área de Design está se fragmentando cada vez mais e abrindo novos caminhos com tecnologias inovadoras. É possível que em alguns anos os nomes mudem de novo e outras áreas surjam de acordo com as necessidades dos usuários.

Uma grande tendência é a interface por meio de comando de voz, inteligência artificial que estão muito relacionados com a user experience e com certeza são grandes apostas para o futuro, já que essa tecnologia tem tomado cada vez mais espaço.

O futuro pode ser incerto, mas o segredo é manter-se informado, atualizado e sempre praticar o conhecimento adquirido.

Dica de Leitura: 11 Medos Que Te Impedem de Migrar para UX Design

Vale a pena migrar do Design Gráfico para UX/UI Design?


O Design de Interface está muito mais presente no mercado atual e tem se expandido cada vez mais. Principalmente ao analisar o cenário internacional de Interface, é o que há!

Mas é claro que o Design gráfico ainda possui espaço, e se a pessoa opta por seguir esse caminho, terá espaço no mercado.

O importante é você encontrar o que gosta e seguir sua paixão.


Curtiu esse episódio? Acesse o Aelacast para mais conversas interessantes sobre o mercado e carreira em UX/UI Design.


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